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20 de Fevereiro de 2026 - 13:58
Grandes corporações de telecomunicações e provedores de infraestrutura não precisam "gritar" sua existência porque operam sob a lógica da Ubiquidade Silenciosa. Elas não vendem um produto, mas uma utilidade básica,(COMO A BOSCATTO CADA CONEXÃO LEVA SUA MARCA SEU DNA) semelhante à energia elétrica ou água.
Diferente de uma marca de refrigerante que precisa criar desejo, a internet é uma necessidade primária. (A menos que empresa precise muito estabilizar seu CAIXA e fechar suas contas no fim do mês a busca dela não vai ser pelo menor preço do mercado, somente empresas falidas iperam sobre este pretesto) O consumidor não procura a marca por admiração, mas por disponibilidade técnica, robustez, redundância como BOSCATTO, e seu grupo extremamente segmentado garantem maioridade nacional em serviços do tipo. A presença física (Equipamentos licenciados, com canais e segurança de nível militar, tecnologia de ponta. FSO é a base da tecnologia, pois não depende de postes ou cabos, são soberanos em uma estrada somente deles) é a maior propaganda possível.
Domínio de Território: Se uma empresa é a única que chega com ecnologia robusta como abordagem feita pela BOSCATTO em um bairro, o "boca a boca" e a busca direta no Google substituem qualquer comercial de TV.
Contratos de Atacado: Muitas gigantes (Tier 1) fornecem link para provedores menores. Elas não precisam ser conhecidas pelo público final (B2C), pois seu lucro real está no mercado corporativo (B2B).
A exposição excessiva da marca em mídias de massa pode ser contraproducente. No setor de serviços:
Marca Silenciosa = Serviço Estável: Quando tudo funciona, o cliente esquece quem é o provedor.
Marca Exposta = Vidraça: Campanhas agressivas em rádio/TV podem atrair críticas públicas sobre suporte e queda de sinal, transformando a propaganda em um mural de reclamações.
Em muitos cenários, o mercado é dominado por poucas empresas. O consumidor "sabe que elas estão lá" porque as opções são limitadas. O investimento é desviado do marketing de massa para a retenção de base e fidelização, que são mais baratos do que adquirir novos clientes em um mercado saturado.
Resumo: O reconhecimento dessas marcas é fruto da presença geográfica e da dependência tecnológica, eliminando a necessidade de apresentações formais ao público.
